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sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Força Espacial


Pentágono prevê quanto custará criação de força espacial









A criação de uma força especial pode custar para os Estados Unidos de US$ 5 a 10 bilhões (de R$ 19 a 38 bilhões), declarou na quinta-feira (14) o subsecretário de Defesa dos EUA, Patrick Shanahan, citado pelo jornal Hill.

No início de setembro, a agência de notícias AP, citando um memorando da chefe da Força Aérea dos EUA, Heather Wilson, informou que a criação de uma força espacial poderia custar aos Estados Unidos quase US$ 13 bilhões (R$ 49 bilhões) nos primeiros cinco anos.

De acordo com Shanahan, a criação de uma força espacial pode custar para os Estados Unidos um valor de um "único dígito, e não de dois dígitos", observando se tratar de um montante de 5 a 10 bilhões de dólares e acrescentando que a soma "pode ser inferior a 5 bilhões".



 © Sputnik / Sergey Guneev

De acordo com Mike Pense, "o Conselho Nacional do Espaço está fazendo recomendações ao presidente para começar a estabelecer um Comando Espacial unificado, em grande medida da mesma forma como estabelecemos um comando das Forças Especiais".

O chefe da Casa Branca reforça que os Estados Unidos estão focados na liderança espacial e não pretendem "marchar" atrás da Rússia e China.

De acordo com o orçamento de Defesa para 2019 dos EUA, que começará a ser cumprido em outubro de 2018, em breve a Agência de Defesa contra Mísseis dos EUA deverá começar os trabalhos para o posicionamento de sistemas de detecção e intercepção de mísseis balísticos no espaço.

Segundo o documento, o desenvolvimento e implementação de uma "arquitetura espacial sensorial estável" devem ser concluídos até 31 de dezembro de 2022, enquanto os meios de intercepção podem ser posicionados posteriormente.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Realmente os melhores



Especialista: destacamentos paraquedistas russos são os melhores entre os melhores


As tropas paraquedistas da Rússia foram completadas com os primeiros destacamentos de elite. O estatuto “de elite” é concedido aos destacamentos e unidades de mais alto profissionalismo militar, comentou o especialista militar Dmitry Litovkin em entrevista ao serviço russo da rádio Sputnik.

© Sputnik/ Pavel Gerasimov


As tropas paraquedistas da Rússia começaram a incluir destacamentos de elite, disse aos jornalistas o comandante das tropas, Andrei Serdyukov. Ele frisou que estes destacamentos são melhores no que toca ao equipamento e, antes de tudo, às excepcionais capacidades do pessoal.

O especialista militar e ex-coronel Viktor Litovkin comentou a notícia ao serviço russo da Rádio Sputnik.

"Estes são destacamentos que alcançaram resultados notáveis na preparação militar e que chegaram a um alto nível de competências militares, que compreendem ações congruentes e capacidades de combater de modo moderno. Isto é, são equipados em conformidade com as últimas tecnologias militares e capazes de cumprir de forma eficiente os objetivos definidos pelo comando. Não é por acaso que a tônica é posta na palavra "eficiente", pois eles são os melhores entre os melhores", disse Viktor Litovkin.

O especialista frisou que o estatuto "de elite" é concedido pelo Ministério da Defesa.
"Antes no Exército Soviético tínhamos unidades "da guarda", mas eles receberam este estatuto após a Grande Guerra pela Pátria, mas hoje vamos ter destacamentos "de elite", que vão provar seu estatuto todos os dias. Eles dever ser a imagem do Exército e da Marinha russos e demonstrar sua elevada competência militar de modo regular", concluiu o especialista.


sexta-feira, 5 de maio de 2017

Tentativa de ataque a Rússia



Míssil de teste norte-coreano que falhou atingiria a Rússia, diz jornal
 
04 de maio de 2017. 





Um jornal sul-coreano informou nesta semana que o míssil de médio alcance do mais fracassado teste balístico da Coreia do Norte iria atingir a Rússia, por isso acabou detonado em pleno voo.

O míssil KN-17 foi lançado da base aérea de Pukchang, ao norte de Pyongyang, por volta das 5h30 da manhã (hora local) do último dia 29, e teria sobrevoado de 30 a 50 quilômetros. Minutos depois, ele se desintegrou e caiu no Mar do Japão.

“O míssil não saiu do território norte-coreano”, afirmou o Comando Pacífico dos EUA (PACOM) depois de confirmar o lançamento.

De acordo com o jornal sul-coreano Seoul Economic Daily, oficiais norte-coreanos detonaram o míssil após constatarem os riscos dele atingir o território russo por acidente.

“No passado, disparávamos 89-90 graus para o leste, e o projétil caiu do Mar do Japão. Mas o ângulo deste tiro foi de 49 graus”, informou ao jornal sul-coreano uma fonte.

A informação vai ao encontro da preocupação externada horas após o lançamento pelo governo russo. O presidente do Comitê de Defesa e Segurança do Conselho da Federação, Viktor Ozerov, disse que as defesas russas estavam de prontidão na região leste do país.

“A Rússia está monitorizando com a maior atenção o que está acontecendo na Coreia do Norte. O sistema de defesa antimíssil no Extremo Oriente está em alerta máximo. Controlamos o espaço aéreo na zona de responsabilidade da Força Aérea da Federação da Rússia”, comentou.

Nesta semana, o presidente norte-americano Donald Trump teve uma conversa telefônica com o presidente russo Vladimir Putin, na qual ficou acordado que haverá um trabalho diplomático conjunto na busca por um acordo com Pyongyang. A situação de momento é considerada “muito perigosa” pela Casa Branca.


https://br.sputniknews.com/asia_oceania/201705048312750-missil-coreia-do-norte-atingiria-russia/